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Elopement Wedding: por que não fugir de cerimônias tradicionais?



Há quem diga que o amor tudo suporta, dessa forma, o que é uma pandemia para separar um casal apaixonado?

Com todas as súbitas mudanças pelas quais o mundo tem passado nos últimos meses todos foram impactados de alguma forma, seja no trabalho, nos estudos ou até mesmo na vida amorosa, e é sobre esse último tópico que vamos falar hoje. Você já ouviu falar em “Elopement Wedding”?


Vamos começar pelo verbo “elope”, que se trata de uma palavra de origem anglo-francesa que a partir de meados do século XIV surgiu com um sentido peculiar: “abandonar seu marido para fugir com o amante”, mas que por volta do século XIX seu significado passou para algo um pouco mais “romântico” e ainda assim muito específico: “fugir de casa para casar-se sem a permissão dos pais”. Convenhamos que ambas as definições, embora bastante exóticas, conseguem unir uma fuga com um casamento, o que não parece ser tão simples quanto é escrito.


O Elopement Wedding traz consigo a ideia de casar-se repentinamente e às vezes de maneira secreta. A cerimônia consiste geralmente na presença apenas dos noivos ou então, em alguns casos os pais do casal mais a presença de amigos próximos ou família. Reforçando que ainda assim trata-se de um número muito limitado de convidados.


Para ilustrar esse conceito de fugir para se casar nada melhor do que a modelo brasileira Gisele Bündchen e seu marido Tom Brady, que no ano de 2009 casaram-se na Igreja Católica de Santa Mônica no estado da Califórnia em uma cerimônia planejada em 10 dias, com 20 convidados entre eles amigos próximos e familiares.


Será que essa moda vai pegar?



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